quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Aquecimento global x mata atlântica
Aquecimento global x Mata Atlântica.
O Mundo está em nossas mãos...
Estudo mostra que as mudanças climáticas podem reduzir pela metade as áreas de potencial ocorrência de 38 espécies da flora nativa do bioma Mata Atlântica. Fatores como o rápido crescimento das cidades, o avanço das práticas agrícolas e o extrativismo sem controle têm contribuído de maneira decisiva para o desaparecimento do bioma. Caso ocorra da temperatura do planeta suba aproximadamente 2°C, haverá uma redução de até 25% da mata atual. Já se esse aumento atingir 4°C a diminuição da floresta chegaria a 50%. Atualmente restam apenas 7,3% de Mata Atlântica. Esse é o quadro traçado pelo biólogo Alexandre Colombo em sua dissertação de mestrado, apresentada ao Instituto de Biologia da Unicamp. A partir do cruzamento de informações dos mapas confeccionados em 2001 pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
ANATOMIA DOS MORCEGOS
O osso do metacarpo e o segundo e quinto dedos dos membros anteriores são alongado , e entre eles existe uma membrana,chamada feiosa brósiliti quiropatágio. A membrana se entende dos dedos até ao lado do corpo e deste até á base dos membros posteriores. A asa inteira de um morcego é chamada patágio. Muitas espécies têm também uma membrana entre os membros posteriores incluindo a causa. Essa membrana é o uropatágio.
DESENHO DE ASA DE MORCEGO.
O PATÁGIO ESTÁ CHEIO DE DELICADOS VASOS SANGUINEOS, FIBRAS MUSCULARES E NERVOS. NO TEMPO FRIO, OS MORCEGOS ENROLAM-SE EM SUAS PRÓPRIAS ASAS COMO NUM CASACO. NO CALOR ELES AS EXPANDEM PARA REFRESCAR SEUS CORPOS.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
ALGUNS MORCEGOS COMEDORES DE FRUTO
DO BIOMA DA MATA ATLANTICA
A) CAROLLIA PERSPICILLATA
B) STURNIRA LILIUM
C) ARTIBEUS LITURATUS (comuns na cidade onde costuma se alimentar de amendoeira e figueira)
D) PYGODERMA BILABIATUM (esta espécie é mais rara e se encontra mais em florestas)
(A) A pimenteira Piper gaudichaudianum, da mesma família da pimenta-do-reino (P. nigrum);
(B) a palmeira jerivá (Syagrus romanzofana), comum em áreas de mata atlântica (no detalhe, sendo visitada pelo morcego Artibeus lituratus);
(C) A figueira-branca (Ficus luschnatiana) são alguns dos vegetais que fornecem alimento a diferentes espécies de morcegos
Um modelo teórico criado em 1973 pelo biólogo holandês Leendert Van der Pijl, conhecido como síndrome da quiropterocoria (dispersão de sementes por morcegos), propõe que os frutos que são atraentes ao paladar dos morcegos têm em sua maioria um conjunto de características típicas como de polpa carnosas, não muda de cor da fase verde para a madura, possuem substancias aromáticas quando maduros e ficam bem expostos nos ramos das plantas. Os frutos preferidos pelos morcegos são produzidos por numerosas espécies, muitos são silvestres, não exploradas pela população humana, porém outras tem alto valor comercial por fornecer frutos, alimentos, bem como remédios e cosméticos.
ESPÉCIES DE MORCEGOS COM OUTROS HÁBITOS ALIMENTARES
Morcego pescador (Noctilio leporinus)
Alimentação – Peixes |
Vive próximo a lagos e é o único morcego que se alimenta de pequenos peixes, que captura com as garras. É um morcego relativamente grande e possui coloração amarela uniforme. Sua urina exala forte odor.
Alimentação - Onívoro |
É uma das maiores espécies encontradas. Se alimenta de pequenos animais, porém também aceita frutas e lambe flores como o beija-flor. Possui coloração negra uniforme. Vivem em ocos de árvores em grupos de 1 macho e várias fêmeas.
Vampiro (Desmodus rotundus) |
Alimentação – Sangue |
Existe em áreas onde se cria gado ou aves, sendo muito raro nas cidades. Apresenta cor parda, sendo mais clara na barriga e garganta. Alimenta-se de sangue que lambe após morder a pele do animal. Vivem durante o dia em cavernas ou ocos de árvores em grupos muitas vezes numerosos.
Morcego beija-flor (Glossophaga soricina) Principal alimento - Néctar e pólen |
É uma espécie de pequeno porte. Possui língua alongada que os auxiliam a lamber as flores para obter o néctar de que se alimenta. Versátil, o Glossophaga soricina alimenta-se de néctar e de pólen durante a época seca, mas parte para uma dieta de insetos e de frutinhas durante a época das chuvas.Eles são atraídos pelas flores brancas – como as da bananeira, maracujá, jasmim e algumas bromélias, entre outras tantas. Mas não é só a cor das flores que atraem esses morcegos, é mais o cheiro delas.Tem cor parda uniforme.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
OS QUIROPTEROS (MORCEGOS).
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| Morcego vampiro comum, principal transmissor de raiva para o gado |
Demonização
Em várias partes do mundo, incluindo o Brasil, o morcego tem sido demonizado ao longo dos séculos, sempre associado a doenças, bruxaria, desgraças, azar, sujeira; isso devido aos seus hábitos noturnos, o jeitão super esquisito, as asas estranhas, a vida nas cavernas, a aversão à luz, o hábito de ficar de ponta cabeça, e, principalmente, ao fato de se alimentarem de sangue fato esse, que os levou a ser associada às lendas dos Vampiros.
Existem no mundo nada menos que 1116 espécies de morcegos conhecidas, sendo 168 delas no Brasil. Os morcegos pertencem à segunda maior ordem de mamíferos do planeta. De cada cinco espécies de mamíferos, uma é de morcego. Só perdem em número para os roedores. Mais da metade da fauna de mamíferos de alguns biomas é composto por espécies de morcegos.
Os morcegos são os únicos mamíferos na face da terra com capacidade real de vôo, sendo encontrados em todos os continentes, menos nos pólos. Pequenos, na grande maioria, não passam de 100 gramas de peso. Além de possuírem os cinco sentidos apurados, parte significativa das espécies orienta-se pela ecolocalização, emitindo sons de alta freqüência, inaudíveis ao homem.
Importância ecológica
Em termos de alimentação, o morcego também é um caso a parte. Seus hábitos alimentares são os mais variados dentro de uma única ordem de mamíferos. Muitos deles são devoradores de insetos (insetívoros), outros são amantes de frutas (frugívoros), apaixonados por néctar (nectarívoros), loucos por peixes (piscívoros), apreciadores de pequenos vertebrados (carnívoros), sem contar com glutões que comem de tudo um pouco, como frutas, flores, pequenos vertebrados e insetos (onívoros).
Isso faz com que os morcegos assumam uma grande importância ecológica, destacando-se a dispersão de sementes, a polinização e o controle de pragas.
Os morcegos frutívoros, juntamente com as aves, são responsáveis por mais de 80% da regeneração natural de florestas, elas, durante o dia, eles, durante a noite.
Outro grande exemplo da enorme importância ecológica dos morcegos – e raras são as pessoas que se dão conta disso – está relacionado à polinização, pois eles são os principais polinizadores de flores noturnas.
Bioma Mata Atlântica.
A Mata Atlântica acompanha o litoral brasileiro do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, englobando áreas de dezessete estados. Como ela está presente em diferentes regiões do Brasil, apresenta diferentes ecossistemas, com variações em relação à fauna, vegetação, solo, relevo e características climáticas. Mas existem alguns elementos comuns por todas as regiões de Mata Atlântica.
Fauna
Na Mata Atlântica já foram encontradas cerca de 260 espécies de mamíferos, 620 de aves, e 260 de anfíbios, além de muitos répteis e insetos. Dos répteis, podemos destacar o jacaré-de-papo-amarelo, cágados, cobras corais e teiús, espécies de lagartos que podem passar de um metro de comprimento. Entre as aves mais comuns estão o sanhaço, o pica-pau, a jacutinga, a araponga e os gaviões. Ela abriga 383 dos 633 animais ameaçados de extinção no Brasil. Entre os que correm o risco está o mico-leão-dourado, que adora passear pelas árvores da mata.
Vários outros mamíferos também vivem nesta mata: bichos-preguiça, gambás, Morcegos, furões, sagüis e pacas são normalmente vistos neste ambiente, que guarda ainda outra surpresa: o muriqui, maior macaco do continente.
Vegetação
Para facilitar o estudo dos vegetais que formam esta mata, os pesquisadores classificaram a vegetação de acordo com o que chamam de extratos. No extrato superior estão às árvores mais altas, as que recebem grande parte da luz do sol. Nesse extrato, que também pode ser chamado de dossel, estão árvores como o manacá-da-serra e o guapuruvú.
Logo abaixo do dossel, está o extrato arbustivo, do interior da mata, que reúne espécies sob a sombra das árvores mais altas. No extrato arbustivo, há árvores como a jaboticabeira, a palmeira-juçara, a begônia, o jatobá e muitas outras.
O extrato mais baixo é o herbáceo, formado por plantas de tamanho pequeno que vive próxima ao solo. Neste grupo estão arbustos baixos, ervas gramínea e musgos.
Se as árvores do dossel capturam a maior quantidade de luz solar e depois delas as plantas do extrato arbustivo também buscam um pouquinho desta luz, quanto será que sobra de luminosidade para as plantas mais baixas, que se encontram lá dentro da mata fechada? Sobra pouco mesmo, mas sobra. Folhas grandes presentes nos vegetais dos extratos mais baixos são um mecanismo de adaptação que aumentam a superfície de captação da luz.
O pau-brasil planta hoje difícil de encontrar, era comum antigamente e foi o primeiro alvo dos exploradores portugueses, que utilizavam uma substância colorante extraída da árvore, a brasileína, para fazer tinta vermelha.
Relevo
A Mata Atlântica se estende por toda a planície costeira, alcançando a cadeia de montanhas que acompanha a costa brasileira. Esta cadeia recebe nomes diferentes de acordo com a região pela qual passa. No sudeste, por exemplo, um pedaço dela recebe o nome de Serra do Mar.
Solo
O solo desta mata é em geral bastante raso, pouco ventilado, sempre úmido e recebe pouca luz, pois, como já vimos, a maior parte da luminosidade é absorvida pelas folhas das árvores mais altas.
É um solo pobre, mas que tem a fertilidade garantida pela existência do que se chama serrapilheira: uma camada com restos de vegetação, como folhas, caules e cascas de frutos que cobrem a superfície do solo.
A decomposição desta grande quantidade de matéria orgânica é o que garante a reciclagem de nutrientes no meio. Os nutrientes que estão na serra pilheira e são absorvidos pelo solo acabam retornando às plantas, em um ciclo que garante a vegetação exuberante deste bioma.
Água
Nas regiões de Mata Atlântica estão localizados reservas de água necessárias ao abastecimento de 70% da população brasileira. No bioma existem rios que fazem parte de sete das nove bacias hidrográficas do país. Estamos falando de uma floresta muito úmida: a chuva que escorre por folhas e troncos e acelera o processo de decomposição nos solos também se infiltra nele, alimentando lençóis freáticos, o que, por sua vez, pode gerar olhos d água e nascentes. Os rios são também alimentados pela água das chuvas e podem ter seus cursos modificados pela intensidade delas.
Clima --
Como está espalhada por todo litoral brasileiro, a Mata Atlântica está submetida a climas diferentes, de acordo com cada região. Sendo assim existem pedaços da mata marcados pelo clima subtropical úmido no sul; outros marcados pelo clima tropical e outros ainda que ocorram muito próximas à caatinga semi árida nordestina.
Como está espalhada por todo litoral brasileiro, a Mata Atlântica está submetida a climas diferentes, de acordo com cada região. Sendo assim existem pedaços da mata marcados pelo clima subtropical úmido no sul; outros marcados pelo clima tropical e outros ainda que ocorram muito próximas à caatinga semi árida nordestina.
Mas existe um fenômeno que marca todas as regiões de floresta atlântica, de norte a sul do país: a grande quantidade de chuvas, resultado da proximidade do mar e dos ventos que sopram do oceano em direção ao continente. Esses ventos levam massas de ar muito úmidas, as quais, quando encontram as montanhas que cercam a Mata Atlântica, se condensam e se transformam em chuva.
É nessa biodiversidade que vivem o nosso mamífero , animal de pesquisa da equipe do blog Bioma Mata Atlântica e o segredo dos morcegos:
terça-feira, 26 de outubro de 2010
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