sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Aquecimento global x mata atlântica

                                                
Aquecimento global x Mata Atlântica.

O Mundo está em nossas mãos...


Estudo mostra que as mudanças climáticas podem reduzir pela metade as áreas de potencial ocorrência de 38 espécies da flora nativa do bioma Mata Atlântica. Fatores como o rápido crescimento das cidades, o avanço das práticas agrícolas e o extrativismo sem controle têm contribuído de maneira decisiva para o desaparecimento do bioma. Caso ocorra da temperatura do planeta suba aproximadamente 2°C, haverá uma redução de até 25% da mata atual. Já se esse aumento atingir 4°C  a diminuição da floresta chegaria a 50%. Atualmente restam apenas 7,3% de Mata Atlântica. Esse é o quadro traçado pelo biólogo Alexandre Colombo em sua dissertação de mestrado, apresentada ao Instituto de Biologia da Unicamp. A partir do cruzamento de informações dos mapas confeccionados em 2001 pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).

sexta-feira, 5 de novembro de 2010


ANATOMIA DOS MORCEGOS

O osso do  metacarpo e o segundo e quinto dedos dos membros anteriores são alongado , e entre eles existe uma membrana,chamada feiosa brósiliti quiropatágio. A membrana se entende dos dedos até ao lado do corpo e deste até á base dos membros posteriores. A asa inteira de um morcego é chamada patágio. Muitas espécies têm também uma membrana entre os membros posteriores incluindo a causa. Essa membrana é o uropatágio.
DESENHO DE ASA DE MORCEGO.


O PATÁGIO ESTÁ CHEIO DE DELICADOS VASOS SANGUINEOS, FIBRAS MUSCULARES E NERVOS. NO TEMPO FRIO, OS MORCEGOS ENROLAM-SE EM SUAS PRÓPRIAS ASAS COMO NUM CASACO. NO CALOR ELES AS EXPANDEM PARA REFRESCAR SEUS CORPOS.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ALGUNS MORCEGOS COMEDORES DE FRUTO
DO BIOMA DA MATA ATLANTICA

A) CAROLLIA PERSPICILLATA
B)  STURNIRA LILIUM  
C) ARTIBEUS LITURATUS (comuns na cidade onde costuma se alimentar de amendoeira e figueira)
D) PYGODERMA BILABIATUM (esta espécie é mais rara e se encontra mais em florestas)

                                      
(A) A pimenteira Piper gaudichaudianum, da mesma família da pimenta-do-reino (P. nigrum);
(B) a palmeira jerivá (Syagrus romanzofana), comum em áreas de mata atlântica (no detalhe, sendo visitada pelo morcego Artibeus lituratus);
(C) A figueira-branca (Ficus luschnatiana) são alguns dos vegetais que fornecem alimento a diferentes espécies de morcegos

Um modelo teórico criado em 1973 pelo biólogo holandês Leendert Van der Pijl, conhecido como síndrome da quiropterocoria (dispersão de sementes por morcegos), propõe que os frutos que são atraentes ao paladar dos morcegos têm em sua maioria um conjunto de características típicas como de polpa carnosas, não muda de cor da fase verde para a madura, possuem substancias aromáticas quando maduros e ficam bem expostos nos ramos das plantas.  Os frutos preferidos pelos morcegos são produzidos por numerosas espécies, muitos são silvestres, não exploradas pela população humana, porém outras tem alto valor comercial por fornecer frutos, alimentos, bem como remédios e cosméticos.

 ESPÉCIES DE MORCEGOS COM OUTROS HÁBITOS ALIMENTARES


Morcego pescador (Noctilio leporinus
   
Alimentação – Peixes

Vive próximo a lagos e é o único morcego que se alimenta de pequenos peixes, que captura com as garras. É um morcego relativamente grande e possui coloração amarela uniforme. Sua urina exala forte odor.









Falso vampiro (Phyllostomus hastatus)

Alimentação - Onívoro 

É uma das maiores espécies encontradas. Se alimenta de pequenos animais, porém também aceita frutas e lambe flores como o beija-flor. Possui coloração negra uniforme. Vivem em ocos de árvores em grupos de 1 macho e várias fêmeas.





                                                                                      
Vampiro (Desmodus rotundus)                    

 
Alimentação – Sangue

Existe em áreas onde se cria gado ou aves, sendo muito raro nas cidades. Apresenta cor parda, sendo mais clara na barriga e garganta. Alimenta-se de sangue que lambe após morder a pele do animal. Vivem durante o dia em cavernas ou ocos de árvores em grupos muitas vezes numerosos.

Morcego beija-flor (Glossophaga soricina)
  
Principal alimento - Néctar e pólen


É uma espécie de pequeno porte. Possui língua alongada que os auxiliam a lamber as flores para obter o néctar de que se alimenta. Versátil, o Glossophaga soricina alimenta-se de néctar e de pólen durante a época seca, mas parte para uma dieta de insetos e de frutinhas durante a época das chuvas.Eles são atraídos pelas flores brancas – como as da bananeira, maracujá, jasmim e algumas bromélias, entre outras tantas. Mas não é só a cor das flores que atraem esses morcegos, é mais o cheiro delas.Tem cor parda uniforme.